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Manutenção: O que há de novo?

Corretiva, preventiva, preditiva e pró-ativa .... Confira as melhores práticas para garantir a performance e a produtividade de seus equipamentos!

Em outros tempos, a manutenção já foi considerada irrelevante na cadeia produtiva.
Hoje pode ser considerada como diferencial de competitividade entre as empresas, reduzindo custos de produção e assegurando qualidade.

No passado, a manutenção corretiva (ou “quebra-conserta”) ocorria intuitivamente ou por necessidade iminente quando havia uma parada de produção pela quebra dos equipamentos.
Certamente onerava de sobremaneira o custo final do produto, agregando gastos com reparo e lucro cessante pela interrupção.

No final da década de 80, por meio dos programas de qualidade total, surgiu a manutenção preventiva. Atuando de forma programada, este tipo de manutenção recomenda a substituição de peças e componentes em tempos estimados de vida útil. Agir preventivamente, como prega o velho ditado “melhor prevenir que remediar”, já foi um grande avanço na manutenção industrial.

Com o desenvolvimento da tecnologia e da engenharia aplicada à manutenção surgiu uma metodologia: a manutenção preditiva. Graças aos modernos softwares e instrumentos  de monitoramento, esta modalidade de manutenção trouxe o benefício de se agir no tempo certo, explorando a máxima performance dos componentes, substituindo-os antes da quebra.
Assim, aumentou-se a eficiência da manutenção com significativa economia e ganho de produtividade dos equipamentos. É a ciência e o desenvolvimento tecnológico a serviço da indústria e da redução dos custos de produção, fazendo o diferencial em tempos de extrema competitividade.

Agora se fala em um novo conceito de manutenção: a pró-ativa. Esta pode atuar ainda na fase de projeto, prevendo benefícios de especificação e instalação, minimizando as paradas de produção e tornando ainda mais competitivo o processo produtivo.

Agir proativamente pode significar desde a simples consulta ao fabricante do melhor equipamento a ser aplicado até a pesquisa na própria produção de detalhes que possam facilitar a mais eficiente manutenção do parque instalado, atingindo plenamente os conceitos de confiabilidade e disponibilidade, baseados em segurança, meio ambiente e saúde ocupacional.

Vale a pena conciliar usuários, projetistas e fornecedores para definição de um projeto eficiente e econômico a curto prazo (investimento) e a longo prazo (manutenção). Este procedimento certamente tornará  qualquer implantação em um projeto bem-sucedido, capaz de colocar no mercado um produto de alta qualidade e baixo custo.

Objetivos da Manutenção Preditiva
• Determinar necessidade de manutenção (exemplo: o serviço de Redução de Perdas de Vapor);
• Evitar gastos com desmontagens desnecessárias;
• Aumentar a disponibilidade do sistema;
• Aproveitar ao máximo a vida útil dos equipamentos;
• Ampliar a produtividade e confiabilidade do equipamento.

 
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